quarta-feira, 1 de abril de 2015

CSI> CAP 7 : Gregory Sanders




Ela ficou imóvel, seu olhar estava vago e depois voltou à realidade e saiu da cozinha, eu fiquei olhando o Hadges que me explicou o que a suspeita disse, mas eu não conseguia me concentrar, fui para sala ver como ela estava, encontrei ela fechando a porta e me olhou dando um riso de canto. Hadges ficou mais alguns minutos e depois foi embora, eu passei a tarde calma com ela. Ficamos conversando, ela foi tomar um banho e ficou resolvendo os trabalhos pendentes, já estava na hora do jantar quando ela me procurou:
Você: Greg, podemos medir comida mexicana? – ela se jogou literalmente em cima de mim.
Greg: Você está pesada. – senti um leve soco no braço. – E isso doeu. – fingi uma cara de dor, o que não deu certo.
Você: Está me chamando de gorda Gregory.
EU: Quando vai para de mim chamar assim?
Você: Quando VOCÊ prestar atenção. – ela beijou a ponta do meu nariz. – Podemos fazer o pedido?
EU: Você nem almoçou!
Você: E fez?
EU: Fiz. Te chamei...
Você: Não chamou.
EU: Chamei sim. – sua aparência era confusa.
Você: Não chamou Greg. – ela falou seria.
EU: Chamei “seu nome”. Você disse que não iria comer agora.
Você: Eu disse?
EU: Disse.
Você: Que horas foi isso?
EU: Estava passando Grimm.(série de tv)
Você: Greg para... Você está metindo. – ela apelou.
EU: Não estou. – soltei um riso e ao mesmo tempo levei um soco de leve no braço.
Você: E o que você tinha feito? – ela se ajeitou na minha perna.
EU: Burrito.
Você: Poxa Greg. Você não chamou.
EU: Chamei princesa. – ela odiava apelido.
Você: GREG para! – começou de novo a sessão dos socos.
EU: Parei! – segurei seus braços. – Vai querer burrito?
Você: Não. Agora estou sem fome. – ela foi em direção a sua mala. – Vou tomar um soverte, você vem?
EU: “seu nome”, não saia de casa, por favor.
Você: Okay. Pede comida italiana.
EU: Vai querer pizza?
Você: Pede comida brasileira. É melhor.
EU: Desisto. – sorri para ela. – Comida brasileira, vai querer o que?
Você: Na última vez pedimos o que?
EU: Pedimos algo do sul.
Você: Pede algo do nordeste. Vou querer arroz de cuxá, torta de camarão, vatapá e purê de batata.
EU: Está mesmo com fome...
Você: Você Comeu burrito SOZINHO. – ela saiu do quarto.
Fiz os pedidos, sorte dela que tinha o que queria como eu não conhecia nenhuma comida típica, tive que pedi o mesmo que ela. Já estava começando a perceber o quão ela é paciente:
EU: Cadê Youlo?
Você: Foi namorar. – ela não tirava o olho do livro. – Já ligou.
EU: Sim. Eles Vão deixar em 30 minutos, parece que hoje os números de pedidos aumentaram. Ela apareceu na cozinha.
Você: Greg amanhã vai ter uma...  Gregory? – ela chamou minha atenção, ao falar meu nome. – O que queria me falar hoje?
EU: Nada. – ótimo ela se lembrou. – O que...
Você: Pode falar. – ela se sentou.
EU: Ok. – eu respirei fundo. – Já estamos juntos há alguns anos e durante este tempo eu pude ver o quanto você é especial para mim, o quanto é importante na minha vida. – ela entortou a cabeça para o lado. – É... “seu nome”, eu te amo e com tudo que passei eu nunca te deixaria. E... Você aceita se casar comigo? – seus olhos estavam cheios de lágrimas e para mim aquilo era felicidade. Ela se levantou e pulou nos meus braços e depois me dando um beijo bem profundo, puro e digno de uma garota incrível como ela.
Você: Eu... Aceito. – ela chorou que e sorriu que nem boba.
EU: Não vou te decepcionar pequena.

Você: Eu sei que não gigante. – segurei sua cintura e a deixei junto com a minha, deixando a minha altura, beijando sem largar seus lábios. 

_________________________________THE END________________________________

domingo, 29 de março de 2015

CSI> CAP 6 : Gregory Sanders




Fiquei esperando ela terminar para que eu Também pudesse banhar. Quando saí esperava encontrar a “seu nome” deitada ou algo do tipo, mas não... Fui ver o que ela estava fazendo e acabei por ver ela no celular, no notbook e assistindo TV, estava passando Castle.
EU: Sabe já são quase 23h e você ainda está acordada. O dia amanhã vai ser cheio. – me sentei ao seu lado.
Você: Que seja. – ela não desviou olhar de nenhum dos aparelhos, sua voz estava diferente. – Estou com a garganta doendo. Tem algum remédio? - ela me olhou.
EU: Acho que sim. – me levantei. – Vou ver. – fui à cozinha pegar remédio, levei para ela um comprimido e um copo com água. – O que está fazendo?
Você: Resolvendo trabalho da universidade. Estou ficando louca com isso. – ela jogou o notbook para o outro lado e levantou-se indo para cozinha.
Mudei o canal da TV para assistir algum filme...
Você: Oi. – ela falou calma e baixa. – Você está onde?... Eu não posso. – ela estava na sala falando ao celular e me olhando, estava prestando atenção em cada movimento dela. – Não dá pra eu ir... Por quê? – ela riu de canto. – Bem, já são 23h e 30min, eu não vou andar esse horário... Tá mesmo assim, eu não vou... Diz-me onde ela está, que amanhã eu pego ela... Tem que ser agora?... Escuta, eu... Estou na casa do Greg. Pode vir deixar se quiser. Tchau. – ela desligou o celular. – Que droga! – ela pegou o seu notbook e desligou-o. – Vou dormir.
EU: Hey! Hey mocinha. O que houve?
Você: Nada.
EU: Quer falar sobre isso? – ela estava com os olhos marejados, deixando eles mais claros. – “seu nome” vem cá. – ela se sentou bem perto, me abraçando e mantendo a cabeça entre o ombro e pescoço. Senti sua respiração rápida como se tivesse corrido uma maratona. – “Seu nome”, você está bem?
Você: Estou bem. Só é o cansaço. Vou dormir. – ela se levantou e foi em direção ao quarto.
Fui colocar um pouco de ração e encher a vazia de água do gato. Chegando ao quarto encontrei ela deitada, com uma camisa bem grande deixando suas belas pernas amostra. Seus olhos estavam fechados e a luz do abajur ligada, talvez tenha se esquecido de desligar:
Você: Não desliga, Ricky vai vir deixar Mellissa.
EU: Que horas eles chegam? – me sentei na cama de costas para ela. Senti uma pressão na cama, ela estava de joelhos atrás de mim, começou a massagear meu ombro e mordeu minha orelha me causando uma excitação terrível.
Você: Temos exatamente uns... – ela se sentou de frente pra mim, colocando suas pernas em cada lado e seus braços em volta do meu pescoço. – 15 ou 10 minutos. Não sei. – me empurrou se deitando em cima de mim. – Dá tempo de fazer uma rapidinha. Vai querer? – ela beijava meu pescoço subindo até minha boca, onde ela mordeu meu lábio, acabei rindo.
EU: De querer... – roubei um beijo. – Até quero, mas ... – me sentei levando ela comigo, deixando minha mão em sua cintura e massageando de leve aquela região.
Você: Mas... – ela me olhou e logo depois a campainha tocou.
EU: Chegaram. – ela riu e se levantou. – Vou atender.
Fui ver quem seria e assim que abri a porta, olhei o Ricky com uma mochila rosa na mão e a Mellissa na sua outra mão me olhando e rindo:
Ricky: Boa noite Gregory. Desculpa o incomodo. – ele entregou a mochila. – Eu venho pegar ela pela manhã. – apenas afirmei. – Está tudo bem por aqui?
EU: Sim. – ele apenas afirmou. – Vai querer entrar?
Ricky: Não, obrigado, quem sabe outro dia. – ele sorriu. Ele se abaixou de frente para Mellissa. – Amanhã eu venho te buscar e te levo pra casa para você brincar com a tia Jhenna. Tudo bem?
Mell: Sim. – ela o abraçou e ele retribui o gesto dela.
Ricky: Se comporte. – ele esperou ela entrar e saiu.
Ela se sentou no sofá e me olhou.
EU: Quer dormir? – ela negou.
Mell: A tia tá aqui? – ela ria ao falar a palavra “tia”.
EU: Sim. Quer falar com ela?
Mell: Ela está onde?
EU: No quarto. – ela bocejou e eu por impulso também. – Não quer mesmo dormir?
Mell: Quero. Vou pro mesmo quarto que dormir naquele dia? – eu afirmei e ela seguiu o caminho.
Desliguei as luzes e fui para o quarto, a “seu nome” estava deitada lendo uns livros, com certeza havia perdido o sono:
EU: Ela foi dormir.
Você: Obrigada. – ela deixou o livro debaixo do travesseiro. – Ricky vem pegá-la que horas?
EU: Ele não disse, falou que seria pela manhã. Algum problema?
Você: Não. – ela se deitou. – Boa noite.
O sono foi profundo, quando acordei só senti uma luz forte no meu rosto, com certeza ela já tinha acordado. Me levantei, fiz minha higiene e troquei de roupa. Fui para cozinha, encontrei Mellissa na sala assistindo a algum programa infantil escutei uma voz familiar na cozinha, fui ver quem estava com ela e encontro o Hadges:
Você: Você não sabe... – Ela percebeu minha presença e riu. – Bom dia!
EU: Bom dia. Oi David.
Hadges: Oi Greg. Desculpa-me vir sem avisar.
EU: Tudo bem. – me aproximei da “seu nome”. – Veio ver ela. – beijei sua bochecha.
Hadges: Claro. Você vejo todos os dias da minha vida. – ele riu.
Mell: TIA!
Você: Cozinha. – Mell apareceu logo depois.
Mel: Pode fazer chocolate?
Você: Não... – ela disse tão doce que nem eu percebi que ela havia negado. – Fiz uma vitamina de banana.
Mell: EBAAH. – ela correu com um copo bem grande e uns biscoitos na mão para sala.
Você: Não vai derramar. – ela foi pra sala. – E... Como vão as coisas?
Hadges: Seu namorado está no caso, pergunte pra ele?
Você: Não posso?
Hadges: Porque?
Vocês: Suspeita.

Hadges: Não mais. Acharam outra pessoa que tinha motivo de sobra para matar.  – ele recebeu uma ligação, ele saiu e foi atender demorou pouco e já estava de volta. – Era Sarah ligando, disse que a “ seu nome” tem que está sob proteção agora, porque quem matou os pais de Mellissa, queria te matar junto com eles. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

CSI> CAP 5 : Gregory Sanders





Tudo bem estávamos em Nevada e aqui faz calor demais, mas a noite faz um pouco de frio:
EU: Vem pequena. – a chamei já perto da saída.
Ela se levantou animada e saímos de casa. Formos andando pela vizinhança, ela não queria ir de carro, paramos na soverteria e depois formos a uma praça e ficamos sentados na grama debaixo de uma árvore, ela sentou entre minha perna se apoiando em meu peito. Coloquei  minha mão em sua cintura e outra em sua barriga. Foi um momento só nosso distante de tudo. Ela pegou minha mão e ficou segurando e brincando com ela. Porém eu ficava tirando o que a deixava impaciente:
Você: Sanders para!
EU: Parar o que?
Você: O que... Deixa pra lá. – ela se ajeitou e pegou o celular e começou a mexer.
EU: Vai me trocar. – sussurrei em seu ouvido, ela se encolheu um pouco, porém continuou mexendo no celular. – “Seu nome”. Vamos? Já está na hora. Amanhã tenho que trabalhar. – ela se virou me encarando com uma das sobrancelhas arqueadas.
Você: Você o que? – ela ria fechado, com uma aparência confusa.
EU: Estou falando que... – me lembrei de que amanhã é domingo. – Que amanhã... “seu nome” para.
Você: Você está pior que meu chefe. – ela ria descontroladamente.
EU: É continua rindo, quero ver amanhã.
Vocês: O que vai ter amanhã? – ela parou de rir na mesma hora.
EU: Nada. Amanhã verá. – me levantei e ainda a ajudei.
Você: Tá bom.
EU: Não vai querer saber o que é?
Você: Se quiser me contar, conta. Se não quiser, não conta. Não estou curiosa.

EU: Okay. – voltamos para casa e assim que chegamos ela foi se banhar.

sábado, 31 de janeiro de 2015

CSI> CAP 4 : Gregory Sanders




Assim que fechei a porta senti um peso na minha costa, uns braços envolta dos meu pescoço e uns beijos na minha bochecha:
Você: Hey baixinho. – ela disse assim que desceu.
EU: Baixinho? – dei um beijo em sua testa. – Que horas você chegou? – perguntei por ver que ela ainda estava muito bem arrumada.
Você: Acho que uns 10 minutos. Estou vindo de casa. – ela me puxou para cozinha. – Estou fazendo espaguete. Vai querer?
EU: Sim. – a beijei calmo, precisava transmitir segurança. Ela é especial pra mim e eu amo ela. – Vou tomar banho. – finalizei o beijo do jeito que ela merece. – Quer vir? – seu sorriso de insatisfação tomou conta do seu jeito doce e logo se transformou em algo sutil.
Você: Mr. Sanders você está muito safado. – ela deu uma leve batida no meu braço.
EU: Qual é... Com a namorada que tenho. Impossível não ser. – dei um selinho nela e saí.
Tomei um banho merecido, troquei de roupa e fiquei no quarto trabalhando no computador, procurando evidencias através de fotos, escutei um barulho me virei para certificar e vi-a, com um prato e um copo com suco:
EU: Não precisava trazer. – peguei as coisas de sua mão e coloquei na pesa do PC. – Não vai se trocar? – ainda estava cedo e ela com roupas de sair me davam um alerta de que a qualquer momento ela sairia de casa.
Você: Sim. Mas antes quero saber se posso passar essa temporada das investigações aqui? – ela fez uma aparecia estranha, como se esperasse um NÃO.
EU: Pode. – ela sorriu aliviada. – Mais porque me perguntou?
Você: Minha casa está de quarentena. Está sendo investigada. Por isso tem um visitante no seu sofá. – ela se sentou na cadeira ao meu lado.
EU: Começaram hoje? – ela afirmou. – Teve algum mandato? – negou.
Comecei a comer o macarrão que estava um delicia e o suco maravilhoso:
Você: São as fotos? – ela se aproximou para ver.
EU: Sim. Pode me ajudar.
Você: Posso?
EU: Sim. Ou você não quer?
Você: Não é isso, é só que... nada. – ela analisou uma foto. – Esses respingos são de que padrão?
EU: Luta. Ele tentou se defender. – ela parou em outra foto. – Espera. Volta. – ela voltou. – Tá vendo aquilo?
Você: Um cabelo no meio da foto?
EU: Não e desde quando tem um cabelo no sangue.
Você: Desde quando eu vejo.
EU: Vou ligar pro pessoal. – me afastei e peguei meu celular e entreguei o dela. – Pega.
Você: Obrigada. – ela pegou e o deixou por perto.
Fui deixar a louça na cozinha e liguei para Cathy. Fiquei na sala olhando o gato laranja com a cauda peluda e malhada. Ele era que nem a dona o que o tornava único assim como ela, desde sua pelagem a seu jeito, quem sabe quando ela for trabalhar em Miami o deixe, para que eu possa lembrar-se dela:
Você: Hey grandão.  – ela apareceu já com outra roupa e com as pontas do cabelo molhados. Com o NotBook em mãos. – Olha isso. – ela me mostrou a foto das minha vitimas com as marcas da arma.
EU: O que?
Você: Você e o restante da sua equipe estão vendo pelo ângulo errado. – Eu olhei os padrões da arma e se encaixa com uma faca com o bico triangular.
EU: Como assim?
EU: Não encontramos a arma?
Você: Porque não querem. Veja bem Gregory, se você matasse alguém e estivesse com a arma e atordoado. O que faria?
EU: Jogaria fora?
Você: Exatamente. O Martin tem uma coleção de facas do exército que fica numa gaveta em um dos cômodos da sala.
EU: Tem certeza de que não quer trabalhar comigo.
Você: Sim. Aliás, Miami precisa de uma garota como eu. – ela riu do seu próprio comentário e nesse momento eu a beijei. – Para Gregory! – ela disse me afastando.
EU: Sério “seu nome”. – olhei em seus olhos confusos.
Você: Voltando ao caso. Você pode encontrar seu criminoso.
EU: Garota te amo demais. – beijei sua bochecha.
Você: Também de amo. – ela me abraçou. – Podemos dar uma volta? – ela me soltou e sorriu que nem uma criança. – Por favor!
EU: Que ir pra onde?
Você: Não sei. Qualquer lugar, contando que saímos daqui. – ela me puxou em direção à saída.
EU: Okay. Vamos, mas tenho que trocar de roupa. – eu estava apenas de bermuda.
Você: Okay. Eu espero. – ela se sentou no sofá e no mesmo instante YOULO foi ao seu encontro e recebeu seu cafuné de boa noite.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

CSI> CAP 3 : Gregory Sanders





Dormiu ao seu lado, pensando se ela estaria envolvida, mas era difícil acreditar, ela era calma, engraçada, pareciam umas crianças em algumas situações. Acordei as sete da manhã e no momento em que despertei senti algo quente que descia, observei o que era e me assustei ao ver o sangue sobre mim. Levantei-me assustado e olhei o relógio que maraca exatamente ás três da manhã, tentei dormir, mas era impossível. Fui assistir TV na sala para distrair um pouco e ao mesmo tempo em que olhava algumas fotos tiradas na cena do crime.
Concentrei-me em uns pessoas no corredor e ao me virar vejo “ seu nome” acordada vestido uma das minhas roupas:
Você: Não vai dormir? – ela sentou ao meu lado, encostando a costa no braço do sofá, colocando suas pernas em cima da minha.
EU: Até queria. – sorri pra ela. – O que faz acordada?
Você: Nada, só percebi que você não estava na cama... Vim ver se estava na sala.
EU: Está assustada?
Você: Não. – coloquei minha mão em sua perna e dava leve carinho. – E você? O que faz mexendo nesses... Papéis. – ela pegava alguns.
EU: Estava tendo um sonho péssimo e vim esquecer um pouco. – peguei os papeis de sua mão. – Quer um pouco de leite?
Você: Não, obrigado. – tirei suas pernas e fui para cozinha tomar um pouco de leite, quando voltei, ela ainda estava na sala sentada olhando sua mão e mexendo os dedos inquieta.
EU: Hey princesa. – sorri para ela, que sorriu pra mim.
Você: Oi. – ela tentou sorri para tentar convencer de que estava bem. – Já terminou?
EU: Está nervosa com o depoimento?
Você: Não. É só que... Nada Gregory.
EU: Nada Gregory?! – falei preocupado. – Vai dizer? “seu nome” se tiver preocupada com algo me avisa. Okay?
Você: Só estou com medo... E se eu for culpada.
EU: Sabe que não vai ser.
Você: Quem disse? A prova me culpa, sou a única suspeita.
EU: Até agora. Vamos dormir. – a peguei.
Voltamos a dormir abraçados, amanheceu e já eram sete horas, normal para o trabalho, nos levantamos, fez a higiene, tomamos o café e levei ela até a delegacia e fiquei por lá, a Cathy me chamou e disse que o dono do carro estava aqui par depor, formos para dala onde a dona do carro estava:
Gil: Bom dia. Senhora...
Xx: Aria McPaker.
Gil: A senhora conhece essas pessoas. – colocou duas fotos na mesa.
Aria: Sim. São meus amigos. Por quê? Aconteceu alguma coisa?
Gil: Eles foram assassinados. – ela fez uma aparência de surpresa.
Aria: E vocês acham que fui eu?
Gil: Não. Mais testemunhas dizem ter visto seu carro na noite do crime.
Aria: Impossível... Eu estava na casa da minha.
Gil: Que amiga?
Aria: “Seu nome”. Nós tínhamos combinado de ir ao shopping, mas ela desistiu em cima da hora.
Gil: E como explica seu carro.
Aria: Deve ter sido outra pessoa, não há só meu carro nesta cidade da mesma cor.
Gil: Verdade. Mais o carro está no nome do Martin e você está com o carro. Tem alguma explicação?
Aria: Sim. Eu pedi para ele tirar o carro pra mim eu ficaria pagando. Só isso.
Gil: Então você não conhece isso. – mostrou a arama do crime.
Aria: Quero meu advogado.
Greg: Claro que quer.
Gil: Volte amanhã no mesmo horário, Greg pega um mandato para os sapatos e pra casa delas.
Greg: Tá bom. – saí da sala e fui onde o Brown, para pedir o mandato e ir ainda hoje ver isso, encontrou a Cathy junto com Nick indo para outra sala. Ela me chamou e disse que era pra eu ficar quieto ou seria afastado do caso.
Cathy: Bom dia “seu nome”.
Você: Bom dia. – ela evitou meu olhar, para que eu não influenciasse em nada.
Nick: Então... Deve ter ideia do porque de estar aqui. ?
Você: Sim.
Cathy: Encontramos suas digitais, nesta faca. – mostrou uma foto. – E seu sangue, tem alguma coisa explicação?
Você: Sim. Um dia antes de eles morrerem, a Cristina fez um churrasco para os amigos e famílias, era comemoração de casados, ela me chamou para ir cedo, para poder ficar com a Mellissa.
Nick: Ela iria sair?
Você: Sim, ela disse que iria resolver uns problemas, mas não demoraria.
Cathy: Quanto tempo ela ficou fora?
Você: Acho que uns 20 a 30 minutos. – ela olhou para seus curativos.
Nick: E esses curativos?
Você: Cortei-me, não sou muito boa em equilibrar faca.
Cathy: Costuma se cortar muito?
Você: Bastante.
Nick: Encontramos rastros de sangue da cozinha para o quintal e são positivos ao seu.
Você: Foi no dia do churrasco. Eu peguei uma faca que ela havia comprado dentro da gaveta, ainda estava na embalagem, fui lavar ela na pia do quintal, onde estava a carne que tinha que cortar, no memento em que estava lavando a Mellissa me assustou e acabei me cortando. A torneira do quintal estava fechada então fui lavar na cozinha, Mellissa me ajudou pegando a caixa de primeiro socorro.
Cathy: Onde estava na noite do crime?
Você: Estava na Universidade. Quando saí minha amiga me mandou um SMS desmarcando o passeio no shopping.
Cathy: Ainda está com o SMS?
Você: Sim.
Cathy: Podemos ficar com seu celular?
Você: Podem. – ela colocou o celular dentro de uma sacola para as evidencias. – Mais alguma coisa?
Nick: Sua casa é muito longe da universidade?
Você: Não. São 20 minutos andando.
Nick: Qual amiga foi essa que desmarcou o compromisso com você?
Você: Aria, somos amigas desde escola, ela tinha uma queda pelo Martin, mas não era nada sério. Eu acho. Ele a tratava como irmã, assim como eu, a Nathy e Rafa.
Cathy: Elas moram aqui?
Você: Não. A Rafa foi pro Brasil e Nathy passou numa escola em NY.
Nick: Sabe se eles tinham algum inimigo?
Você: Não. As famílias deles nunca aceitaram, olhando de fora, poderia classificar eles no Romeu e Julieta.
Cathy: Pode ir. – ela me chamou para segui-la, formos para sala de rastreamento. – Pode conferir. – entregou o celular.  
EU: Okay. – sincronizei o celular no computador para obter todos os dados possíveis. – Pronto. Ligações de três dias atrás, contando partir de hoje.
Nick: A ligação da Cristina foi ás sete da manhã. Bem cedo.
Cathy: Tem a da Rafa, ligações caras de fora do país duraram dois minutos. A da Cristina foi de um minuto e cinco segundos. Tem alguma da Aria?
EU: Não neste dia.
Nick: De noite, por volta da meia noite.
EU: Nenhuma.
Cathy: Tem uma ligação do Rick ás duas da manhã, é o irmão da Cristina. Nick pede para ligarem pra ele, depois para depor.
Nick: Okay. – ele se aproximou da outra tela para ver as mensagens. – Tem um SMS da Cristina, momentos antes de sua morte.
Cathy: Que SMS?
Nick: Pedindo ajuda, outra pede pra “seu nome” ir rápido. A última foi ás oito horas da noite.
Cathy: Greg ver as ligações no dia da morte.
EU: Fez ligação durante a manhã por volta das 8 horas até ás 11 horas.
Nick: SMS também enviou para Madisson, Paul, Marcos e Pamella, mas é assunto de trabalho.
Cathy: Ligações?
EU: Duram cerca de vinte a trinta minutos. Todos foram de Vegas.
Cathy: Liga para rastrear. – eu fiz exatamente o que ela pediu. Assim que atenderam conseguimos localizar de onde vinha a ligação.
Ligação ON:
XX: Departamento de policia de Miami.
Cathy: Quero falar com o chefe da criminalística.
XX: Quem deseja falar?
Cathy: Catherine Willows. Da criminalística de Las Vegas.
XX: Aguarde um minuto.
Nick encontrou a localidade e todos levavam um departamento de treinamentos para cães policiais:
XX²: Alô. Cathy?
Cathy: Olá. Você conhece a “Seu nome”.
XX²: Sim. Faz parte da minha equipe de criminalística. Algum problema?
Cathy: Ela é suspeita de um assassinato.
XX²: Estou sabendo. Devem está ligando por contas das ligações que ela fez. Com a duração de 20 a 30 minutos.
Cathy: Exatamente.
XX²: Nós conversamos sobre um assassinato que teve aqui, ela me ligou querendo informações. O que são muitas.
Cathy: Vão precisar dela?
XX²: Sim. Ela avisou, que quando o caso for solucionado ela volta. Apenas isso?
Cathy: Sim. Obrigado.
Ligação OFF.
Cathy: Certo. Acharam o SMS que Aria mandou.
Nick: Sim. Ela mandou no dia do crime, às 19h.
Cathy: Okay é... Nick providencie os mandatos. – ele saiu da sala deixando eu e ela. – Greg. Você acha que...
EU: Eu não vou dizer nada. – impedi de ela dizer o que eu não queria ouvir. – Vou onde o Albert. – fui para sala dele, ver o estado dos corpos.
Albert: Greg! – ele analisava outro corpo. – Algum problema?
EU: Encontrou alguma coisa?
Albert: Sim. Encontrei e achei isto. – me entregou uma embalagem com um fio azul. – É algodão, foi encontrado no homem.
EU: Obrigado Albert. Vou levar para o laboratório.
Passei a manhã e a tarde trabalhando. Nick e Brown pegaram os sapatos da Aria e os sapatos do irmão da Cristina e pelo que sei. Segundo Hadges, “seu nome” foi descartada como suspeita, mas ainda tem ela no meio. A Cathy tinha ficado com o celular dela e me entregou, pedindo para que fosse entregue a ela. Já estava terminando o turno e essa hora “seu nome” ainda não teria chegado da Universidade. Pelo menos, eu acho. Encontrei o Hadges saindo, ofereci uma carona, o levei até sua casa que ficava no mesmo caminha da minha. Assim que cheguei a casa senti um cheiro bom de comida e vi o “ YOULO” dormindo no sofá, ele é o gato da “seu nome”.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

CSI> CAP 2: Gregory Sanders



(...)
(...) 
 Ela estava no quarto dela pegando algumas roupas:
Você: Pronto. Vamos! – ela apareceu com uma mochila
EU: Vamos. – peguei sua mochila e levei até o carro. – Já está na hora do almoço, vamos comer fora?
Você: Pode ser. – ela perecia preocupada com algo.
EU: Tá tudo bem? Parece preocupada... É sobre Mellissa?
Você: não só estou pensando. – estávamos no restaurante. – Greg... – olhei para ela assim que parei o carro. – Já começaram os interrogatórios?
EU: Ainda não, mas se prepare tá. Como amiga do casal, vai te chamar com certeza.
Você: Não sei pra quê? Tenho mal tempo de respirar, imagine tempo pra bolar um assassinato.
EU: Não fale isso nem brincando. Ouviu? – beijei o alto de sua cabeça. – Vamos estou morrendo de fome.
Você: Tá bom. – ela disse animada, nos sentamos no fundo, aquele era o mesmo em que o pessoal do meu trabalho vai. – Vai pedir o que? – ela sorria sapeca.
EU: Vamos ver. – iria brincar com ela. – Olha não sabia que tinha isso no cardápio. – ela olhou curiosa. – Vou querer um beijo no canto da boca, uma massagem, um sorriso. – ela ria.
Você: Gregory. Quer fazer é graça é? – ela ria de um jeito lindo. – Faz logo os pedidos.
EU: Tá bom. – chamei o garçom. – Traz pra nós os especiais.
O garçom saiu. Fiquei fitando a entrada, quando vejo o Hadges, junto com a Sara, Nick e Grisson:
Você: Vou ao banheiro. – ela se levantou e foi. Os três me olharam e riram.
Sara: Hey Greg. O que faz sozinho?
EU: Não estou sozinho. – olhei em direção ao banheiro e a “seu nome” estava vindo.
Hadges: Ah! – ele sorriu com aproximação dela. – Bom dia dama. Nunca mais me fez visitas. – eles se abraçavam.
Você: Foi mau. David. Fiquei muito... Ocupada na faculdade. – ela me olhou e depois voltou à atenção pro demais. – Hey guys!
Todos: Oi.  – “seu nome”, conhecia todos com que eu trabalhava  e tinha m laço familiar com eles.
Você: Ah! Nick. – ela olhou pra ele. – Gostei do novo perfil.
Nick: Valeu “seu nome”. – ele olhou ao redor do restaurante, procurando um lugar. – Tem um lugar ali. – falou para o Grisson.
Grisson: Tá. – ele se dirigiu ao Nick. – Bem, vamos almoçar. Até “seu nome” e Greg.  – apenas acenei.

Assim que terminamos de almoçar voltamos para minha casa, ficamos a tarde assistindo filme, até o horário de ir para o trabalho. Eu ainda não disse que  ela estuda e trabalha fora de Vegas, bem ela é do CSI de Miami, o que muito dos casos, ela me ajuda:
EU: “seu nome”, você vai sair agora? – já estava na hora de eu voltar para o trabalho.
Você: Não. – ela apareceu arrumada, como se fosse sair.
Greg: Vai pra onde?
Você: Ficar aqui. Por quê?
Greg: Nada. – beijei-a. – Qualquer coisa...
Você: Ligo-te. – ela me interrompeu. – Eu sei Mr. Sanders.  
Greg: Até mais tarde.
Fui para o trabalho meio forçado, não queria deixá-la sozinha e logo agora que sua amiga se foi. Chegando fui direto ao laboratório conferir o resultado que havia pedindo para checar?
EU: Boa noite!
Hadges: Boa noite! Como ela está?
EU: Bem, está assustada. – olhei uns papeis na mesa. – Já tem os resultados?
Hadges: Sim. Sara Levou as amostrar de DNA. Os objetos que você trouxe, há uma mistura interessante, de enxofre com gasolina.
EU: Os dois juntos. – ele afirmou. – Obrigado Hadges. – fui para sala, onde estaria o resto das evidências.
Sara e Nick, estava vendo os resultados de DNA:
Nick: Deu positivo. – ele me encarou. – Boa noite dude.
EU: Boa noite. Acabei de pegar os exames e foi encontrado enxofre e gasolina. Juntas.
Sara: UAU. – ela olhou impressionada. – As pegadas, nenhuma se encaixa com os dos pais.
Nick: E o irmão?
Sara: Vou amanhã. Pedi o mandato hoje a tarde, vai ficar pronto amanhã.
EU: Pediu para quem tanto?
Sara: Para o irmão, “Seu nome” e amigos próximos do casal. – ela estava avaliando o sangue da faca. – O sangue e a digital são... “seu nome”.
EU: Que sangue?
Sara: Encontramos um rastro que vinha do quintal para cozinha. – ela me olhava séria. – Acho melhor você se afastar do caso.
EU: Não!
Nick: Vou pedir para ligarem a ela, talvez amanhã ela possa vir. – afirmei.
Saí da sala indo direto onde o chefe, iria pedir para trocar minha carga horária:
EU: Posso entrar? – falei assim que abri a porta.
Gil: Claro. No que posso te ajudar?
EU: Gostaria se for possível trocar meu horário de trabalho amanhã?!
Gil: Pode sim, eu já iria pedir para você vir amanhã durante a manhã essa semana. Era só isso?
EU: Sim. – saí da sala indo para sala da autopsia. – Albert!
Albert: Greg! Estava esperando por você.
EU: O que temos aqui. – essa era uma parte do trabalho que eu odeio.
Albert: Podemos dizer que a causa da morte da mulher, foi um traumatismo craniano. Os furos foram feitos após a morte. O homem há marcas no braço e mão, talvez usasse para se defender, causa da morte, foi uma torção no pescoço. (N.A: Típica cena de diários do Vampiro, que passam o maior tempo quebrando o pescoço do povo. :P)
EU: Obrigado.
Fui terminar o que tinha que fazer, encontrar a arma que é a mesma que as digitais da “seu nome” foi encontrada, eu não acredito que ela tenha feito isso. Passei muito tempo procurando as maracas de pneus compatíveis, até encontrar:
EU: O pneu encontrado na frente da casa é de uma Mercedes.
Cathy: Isso é bom, mas há milhares de carros em Nevada.
EU: Chegou ao ponto em que queria. Eu avaliei o preço e procurei as pessoas que compraram e adivinhem apenas cinco pessoas possuem esses carros. E pela descrição que os vizinhos falaram, sobre um carro vermelho, sobra apenas dois, que por curiosidade um desses está no nome da nossa vitima. Martin Parkinson.
Cathy: Ótimo. Você vai vir amanhã?
EU: Vou sim. Por quê?
Cathy: Vou precisar da sua ajuda. – ela saiu para cumprir o horário.
Eu acompanhei ela, me despedir e fui para casa, antes de ir tive que passar na pizzaria para poder jantar, já que a “seu nome” não costuma preparar nada no jantar:
EU: Cheguei! – disse assim que escutei a porta bater. – “seu nome” – chamei por ela, a sala estava vazia, deixei a pizza na cozinha e fui para o quarto.
Assim que passei pela porta, encontrei-a sentada na cama, mudando de canal constantemente:
EU: Ei mocinha. – dei um beijo no canto de sua boca, percebendo ali um sorriso.  – Como está?
Você: Bem. – ela sorriu de canto pra mim. – Como foi o trabalho? – ela se encolheu mostrando suas mãos, que havia dois curativos, no indicador e no anelar na mão esquerda, ela percebeu o que eu olhava e rapidamente escondeu.
EU: Foi bem... O que foi isso na sua mão?
Você: Cortei-me. – ela deixou um pequeno riso escapar. – Eu... Vou depor amanhã. Queria saber se pode ir comigo?
EU: Posso sim. Vou trabalhar amanhã. – fui pra o banheiro fazer minha higiene, assim que terminei a “seu nome” ainda estava acordada. – Já jantou? – me sentei ao seu lado.
Você: Sim.
EU: O que comeu? – ela não tem o hábito de se alimentar o que me preocupa.
Você: Duas maçãs, Uma pera, uma banana e... Uma maçã de novo. – ela sorriu sapeca.
EU: Tá bom. Vamos jantar, trouxe pizza, sua favorita. – a carreguei até a cozinha.
Você: GREG! Me solta... Minha cabeça está doendo.
EU: Pronto. Vamos logo. - disse assim colocando ela no chão.
Você: Pra onde?
EU: Jantar. – nos terminamos de jantar e formos assistir, ela acabou dormindo, tive que levá-la.